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Tem dias em que nem sempre estamos inspirados a escrever. Bate um certo desanimo, ou até mesmo uma tristeza...
O que para mim é quase um desespero, pois se pudesse passaria grande parte do dia escrevendo tudo o que viesse a cabeça.
Apesar de não trabalhar escrevendo artigos, nem coisas do gênero. Escrever é minha grande paixão, que fica escondida aqui, esperando uma oportunidade, para um dia mostrar a todos.
Então me veio a cabeça uma pequena idéia. Falar de nossas paixões profissionais.
Uns dizem que através de realização profissional, se pode ter realização pessoal, outras já acham ao contrário.
Particularmente acho ás duas importantes.
Está bem no trabalho, feliz com suas atividades, colegas de serviço e o salário, é lógico, nos permite está melhor com nós mesmos, com amigos e familiares. Assim como está feliz em casa e com tudo o mais, faz com que trabalhemos mais dispostos e de bem com a vida.
Mas para chegar a felicidade profissional, é necessário uma série de fatores. Sendo uma delas a mais importante: trabalhar no que gostamos.
Hoje em dia isso não vem sendo tão comum. Milhares são as pessoas que trabalham por dinheiro ou por falta de oportunidades.
Estas, ficam infelizes grande parte vida, até que chega um momento onde não se agüenta mais a pressão de viver trabalhando naquilo que já se odeia a muito tempo, e de repente vem a decisão de jogar tudo para o alto e viver finalmente a vida sonhada.
E aí já pode ser tarde demais, e nem tudo sai como esperado.
Por isso, ao escolher o que vai seguir profissionalmente, é necessário pensar milhões de vezes. Ter em mente que dinheiro é importante, mas não traz felicidade completa, e que ás vezes vale a pena fazer um esforço para ter a felicidade ao nosso lado o quanto antes, e não daqui a milhões de anos.
Ainda não decidi o que fazer da vida, me passam mil opções pela cabeça, mas de uma coisa tenho certeza. Irei fazer aquilo que amo e darei o melhor de mim, tendo isso em mente por toda a vida, e sabendo que tentando ser a melhor, não estarei passando por cima de ninguém, somente dos meus obstáculos.
E talvez assim deva seguir a humanidade...
Com pouco tempo de postar no meu cantinho.
Estava meio desanimada com o blog, já que a entrega do trabalho sobre o amor aconteceu.
O trabalho todo não está no blog, e nem pretendo postá-lo, portanto quem quiser é só me pedir que mando por e-mail.
Acho que a conclusão do trabalho é bastante interessante, mas também acho que minha opinião sobre o amor pode mudar a qualquer momento.
Descobri nos últimos dias que ainda sou uma menina de lua, então melhor nem falar mais nada disso.
Hoje fiz uma visita a exposição fotográfica Olhar Viajante, no Palácio das Artes, com trabalhos do Frédéric de La Mure.
Posso dizer que a exposição é realmente viajante. Você viaja nas fotos totalmente.
E foi nisso que percebi como é grande o meu amor pela fotográfica.
Confesso que gostaria de saber mais, muito mais, mas garanto que isso virá com o tempo.
Mas certamente não vou esquecer dessa exposição, especialmente uma foto que me despertou muitos sentimentos bons.
A foto era de um casal, no Cairo, Egito. A mulher estava de costas olhando para um lago, já o homem estava do seu lado, olhando-a e rindo.
Assim contando sem ninguém ver é difícil, mas a foto representava tanto o amor. Os olhos dele brilhavam e seu sorriso dizia claramente o quanto amava aquela mulher.
Era tudo tão lindo e simples...assim como o amor.
Pena que hoje foi o último dia da exposição, se não, certamente voltaria.