| S | T | Q | Q | S | S | D |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | ||||||
| 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 |
| 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 |
| 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 |
| 23 | 24 | 25 | 26 | 27 | 28 | 29 |
| 30 |
Tem dias em que nem sempre estamos inspirados a escrever. Bate um certo desanimo, ou até mesmo uma tristeza...
O que para mim é quase um desespero, pois se pudesse passaria grande parte do dia escrevendo tudo o que viesse a cabeça.
Apesar de não trabalhar escrevendo artigos, nem coisas do gênero. Escrever é minha grande paixão, que fica escondida aqui, esperando uma oportunidade, para um dia mostrar a todos.
Então me veio a cabeça uma pequena idéia. Falar de nossas paixões profissionais.
Uns dizem que através de realização profissional, se pode ter realização pessoal, outras já acham ao contrário.
Particularmente acho ás duas importantes.
Está bem no trabalho, feliz com suas atividades, colegas de serviço e o salário, é lógico, nos permite está melhor com nós mesmos, com amigos e familiares. Assim como está feliz em casa e com tudo o mais, faz com que trabalhemos mais dispostos e de bem com a vida.
Mas para chegar a felicidade profissional, é necessário uma série de fatores. Sendo uma delas a mais importante: trabalhar no que gostamos.
Hoje em dia isso não vem sendo tão comum. Milhares são as pessoas que trabalham por dinheiro ou por falta de oportunidades.
Estas, ficam infelizes grande parte vida, até que chega um momento onde não se agüenta mais a pressão de viver trabalhando naquilo que já se odeia a muito tempo, e de repente vem a decisão de jogar tudo para o alto e viver finalmente a vida sonhada.
E aí já pode ser tarde demais, e nem tudo sai como esperado.
Por isso, ao escolher o que vai seguir profissionalmente, é necessário pensar milhões de vezes. Ter em mente que dinheiro é importante, mas não traz felicidade completa, e que ás vezes vale a pena fazer um esforço para ter a felicidade ao nosso lado o quanto antes, e não daqui a milhões de anos.
Ainda não decidi o que fazer da vida, me passam mil opções pela cabeça, mas de uma coisa tenho certeza. Irei fazer aquilo que amo e darei o melhor de mim, tendo isso em mente por toda a vida, e sabendo que tentando ser a melhor, não estarei passando por cima de ninguém, somente dos meus obstáculos.
E talvez assim deva seguir a humanidade...
Com pouco tempo de postar no meu cantinho.
Estava meio desanimada com o blog, já que a entrega do trabalho sobre o amor aconteceu.
O trabalho todo não está no blog, e nem pretendo postá-lo, portanto quem quiser é só me pedir que mando por e-mail.
Acho que a conclusão do trabalho é bastante interessante, mas também acho que minha opinião sobre o amor pode mudar a qualquer momento.
Descobri nos últimos dias que ainda sou uma menina de lua, então melhor nem falar mais nada disso.
Hoje fiz uma visita a exposição fotográfica Olhar Viajante, no Palácio das Artes, com trabalhos do Frédéric de La Mure.
Posso dizer que a exposição é realmente viajante. Você viaja nas fotos totalmente.
E foi nisso que percebi como é grande o meu amor pela fotográfica.
Confesso que gostaria de saber mais, muito mais, mas garanto que isso virá com o tempo.
Mas certamente não vou esquecer dessa exposição, especialmente uma foto que me despertou muitos sentimentos bons.
A foto era de um casal, no Cairo, Egito. A mulher estava de costas olhando para um lago, já o homem estava do seu lado, olhando-a e rindo.
Assim contando sem ninguém ver é difícil, mas a foto representava tanto o amor. Os olhos dele brilhavam e seu sorriso dizia claramente o quanto amava aquela mulher.
Era tudo tão lindo e simples...assim como o amor.
Pena que hoje foi o último dia da exposição, se não, certamente voltaria.
Então de repente, no bar, na festa, na praia, na fila do banco - não importa -, os olhos se encontram. Primeiro uma ansiedade, um calor no peito que logo se espalha em calafrios que procuramos disfarçar. Um leve suor nas mãos. No primeiro encontro, os lábios ressecam um pouco antes do primeiro beijo, as palavras tremem embaraçadas em pensamentos confusos. Joelhos que mal sustentam o peso do corpo. Esquecemos do mundo lá fora em eternas horas de silenciosa saudade ao telefone, perfumadas com aquela inquietude própria dos amantes...
Quem nunca sentiu coisa parecida? Pois os cientistas - sempre eles! - querem nos convencer que toda esta áurea sedutora de mistério que envolve os assuntos do coração não passa de uma meia dúzia de manifestações anatômicas e equações bioquímicas. Até onde a ciência pode realmente traduzir em números e estatísticas aquilo que para muitos de nós é a verdadeira essência dos céus na Terra: o Amor?
Primeiro, definindo o amor.
O amor é uma experiência consumptiva. Mergulhamos euforicamente nesta deliciosa tortura e não comemos ou dormimos direito. Freqüentemente, é difícil manter a concentração. A Dra. Donatella Marazziti, psiquiatra da Universidade de Pisa, acredita que pessoas "doentes de amor" estejam realmente doentes: sofrem de um distúrbio obsessivo-compulsivo. Inegavelmente, paixão e psicose obsessiva-compulsiva compartilham diversos aspectos comuns. E isto não é meramente uma teoria sem fundamentos: "ambos estados associam-se a baixos níveis cerebrais de serotonina, uma substância química fabricada pelo corpo que nos ajuda a lidar com situações estressantes", afirma a médica.
Uma segunda descoberta do trabalho da Dra. Marazziti e não menos importante merece ser mencionada: bebidas alcoólicas também diminuem os níveis de serotonina no cérebro, criando a ilusão de que a pessoa do outro lado do bar é o amor da sua vida. Portanto, cuidado com as noitadas.
Que seja eterno enquanto dure.
Existe um limite de tempo para homens e mulheres sentirem os arroubos da paixão? Segundo a professora Cindy Hazan, da Universidade Cornell de Nova Iorque, sim. Ela diz: "seres humanos são biologicamente programados para se sentirem apaixonados durante 18 a 30 meses". Ela entrevistou e testou 5.000 pessoas de 37 culturas diferentes e descobriu que o amor possui um "tempo de vida" longo o suficiente para que o casal se conheça, copule e produza uma criança. "Em termos evolucionários," - ela completa - "não necessitamos de corações palpitantes e suores frios nas mãos".
A pesquisadora identificou algumas substâncias responsáveis pelo Amor: dopamina, feniletilamina e ocitocina. Estes produtos químicos são todos relativamente comuns no corpo humano, mas são encontrados juntos apenas durante as fases iniciais do flerte. Ainda assim, com o tempo, o organismo vai se tornando resistente aos seus efeitos - e toda a "loucura" da paixão desvanece gradualmente - a fase de atração não dura para sempre. O casal, então, se vê frente a uma dicotomia: ou se separa ou habitua-se a manifestações mais brandas de amor - companheirismo, afeto e tolerância -, e permanece junto. "Isto é especialmente verdadeiro quando filhos estão envolvidos na relação", diz a Dra. Hazan.
Os homens parecem ser mais susceptíveis à ação das substâncias responsáveis pelas manifestações associadas ao Amor. Eles se apaixonam mais rápido e facilmente que as mulheres. E a Dra. Hazan é categórica quanto ao que leva um casal a se apaixonar e reproduzir: "graças à intensidade da ilusão romanceada que temos do Amor, achamos que escolhemos nossos parceiros, mas a verdade é conhecida até mesmo pelos zeladores dos zoológicos: a maneira mais confiável de se fazer com que um casal de qualquer espécie reproduza é mantê-los em um mesmo espaço durante algum tempo" - que o digam os processos de assédio sexual no local de trabalho...
Com base em pesquisas da Dra. Helen Fisher, antropologista da Universidade Rutgers e autora do livro The Anatomy of Love, pode-se fazer um quadro com as várias manifestações e fases do amor e suas relações com diferentes substâncias químicas no corpo:
Manifestação: Luxúria
Conceito: Desejo ardente por sexo
Substância mais associada: Testosterona
Manifestação: Atração
Conceito: Amor no estágio de euforia, envolvimento emocional e romance
Substância mais associada: Altos níveis de Dopamina e norepinefrina e Baixos níveis de serotonina
Manifestação: Ligação
Conceito: Atração que evolui para uma relação calma, duradoura e segura.
Substância mais associada: Ocitocina e vasopressina
Fórmulas do Amor: a paixão é uma reação química?
Os cientistas conhecem a Feniletilamina (um dos mais simples neurotransmissores) há cerca de 100 anos, mas só recentemente começaram a associá-la ao sentimento de Amor. Ela é uma molécula natural semelhante à anfetamina e suspeita-se que sua produção no cérebro possa ser desencadeada por eventos tão simples como uma troca de olhares ou um aperto de mãos.
O affair da feniletilamina com o Amor teve início com uma teoria proposta pelos médicos Donald F. Klein e Michael Lebowitz, do Instituto Psiquiátrico Estadual de Nova Iorque. Eles sugeriram que o cérebro de uma pessoa apaixonada continha grandes quantidades de feniletilamina e que esta substância poderia responder, em grande parte, pelas sensações e modificações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonados.
A Dra. Helen Fisher demonstrou que a inconstância, a exaltação, a euforia, e a falta de sono e de apetite associam-se a altos níveis de dopamina e norepinefrina, estimulantes naturais do cérebro.
Alguns pesquisadores afirmam que exalamos continuamente, pelos bilhões de poros na pele e até mesmo pelo hálito, produtos químicos voláteis chamados Feromônios. Atualmente, existem evidências intrigantes e controvertidas de que os seres humanos podem se comunicar com sinais bioquímicos inconscientes. Os que defendem a existência dos feromônios baseiam-se em evidências mostrando a presença e a utilização de feromônios por espécies tão diversas como borboletas, formigas, lobos, elefantes e pequenos símios. Os feromônios podem sinalizar interesses sexuais, situações de perigo e outros. Se realmente existirem na espécie humana e sua percepção se der de maneira inconsciente, estaríamos permanentemente emitindo informações acerca de nossas preferências sexuais e desejos mais obscuros sem saber?
Os defensores da Teoria dos Feromônios vão ainda mais longe: dizem que o "amor à primeira vista" é a maior prova da existência destas substâncias controvertidas. Os feromônios – atestam – produzem reações químicas que resultam em sensações prazerosas. À medida em que vamos nos tornando dependentes, a cada ausência mais prolongada nos dizemos "apaixonados" – a ansiedade da paixão, então, seria o sintoma mais pertinente da Síndrome de Abstinência de Feromônios.
Com ou sem feromônios, é fato que a sensação de "amor à primeira vista" relaciona-se significativamente a grandes quantidades de feniletilamina, dopamina e norepinefrina no organismo. E voltamos à questão inicial: até que ponto a paixão é simplesmente uma reação química ?
O amor por cima das teorias
Apesar de todas as pesquisas e descobertas, existe no ar uma sensação de que a evolução, por algum motivo, modificou nossos genes permitindo que o amor não-associado à procriação surgisse – calcula-se que isto se deu há aproximadamente 10.000 anos. Os homens passaram realmente a amar as mulheres, e algumas destas passaram a olhar os homens como algo mais além de máquinas de proteção.
A despeito de todos os tubos de ensaio de sofisticados laboratórios e reações químicas e moléculas citoplasmáticas, afinal, deve haver algo mais entre o céu e a terra...
O Banquete, entre todas as tentativas de explicação da origem do amor, é a melhor opção para quem quer galgar, chegar ao enigma, mas este discurso, escrito por Platão, um elogio ao amor, também não consegue chegar a uma conclusão do fenômeno, apesar de reunir os melhores filósofos da época em uma festa, que resolveram ter como tema, o amor para conversar e discursar durante toda uma noite.
Somente um matemático de grandioso status na área da Filosofia poderia decifrar o fenômeno da soma perfeita, resultado da união entre dois corpos ardentes de paixão.
Pitágoras da Samos, filósofo da antigüidade, entendia não só dos números, os quais afirmou ser a essência das coisas, mas também da música, que embala em todo o universo e todos os seus pontos, qualquer matéria, seja esta solitária ou em companhia de seus pares.
Pitágoras afirmava que, tudo o que se movimenta produz um som, e desta maneira nos revelava como o mundo dos espíritos se projeta no universo, tanto no interior dos corpos dos homens e dos animais, como fora dele. E que através da história sabemos como os que vivem perdidos pela natureza, se embalam nos cálices de vinho de Baco, e acabam esquecendo o mundo dos deuses e perdidos acabam por enveredar em nossos corpos, seja em nosso dia de nascimento, ou em outro momento qualquer que sua natureza lhes convém.
Tudo foi analisado pelo homem em relação ao amor, este mesmo homem que não levou em conta que em qualquer momento de paixão, o que nos faz lembrar de nosso ser amado são as músicas.
E é exatamente este o motivo da atração à primeira vista entre duas pessoas, e que pode durar eternamente, a música, pois a lei universal descrita por Pitágoras, de que tudo que se move produz um som, serve também para nossas células.
Quando duas pessoas se encontram, e a música produzida por suas células se combinam, elas se embalam através do coração e de suas mentes, e este sentimento pode se perpetuar pela vida toda.
Resumindo, cada um de nós tem uma música dentro de si. Quando esta música combina com a de alguém, não tem jeito, é amor a primeira vista.
É muito fácil de se ver e entender dessa música na prática. Basta que para isso observemos o comportamento dos animais, como é o caso dos cisnes. Na época de acasalamento, eles diferentemente dos seres humanos podem escutar esta música universal, e por isso dançam uniformemente o som divino do amor.
Existe um lado do amor, que pode nos levar a uma grande dor.
É a obsessão.
Hoje, é comum você ouvir na TV e ler nos jornais: " Mulher mata por amor..." "Homem obsecado pela mulher, acaba matando-a."
A obsessão faz a pessoa querer o ser amado só prá ela. Não se pode sair sozinho, não se pode ter amigos. Tudo tem que girar em torno do obsecado.
E essa obsessão leva muitos a matarem e até mesmo se matarem.
Pesquisas mostram que as mulheres matam mais por amor do que os homens, porém esses cometem crimes mais audaciosos e mais trágicos.
A mulher geralmente mata com um veneno ou uma coisa mais leve.
Os homens fazem uso de armas, como revólveres e facas.
Também se acredita que a mulher já faz tudo premeditado, pensa em detalhe por detalhe e nem sempre é descoberta.
Já o homem, mata em momentos de raiva, o que geralmente faz ele se arrepender depois e até mesmo o leva a tirar sua própria vida.
E assim se morre ou se mata... por amor.